20/02/2011

Metodologia: Como Estudar


Como Estudar (o clássico manual para estudantes de Morgan e Deis). Do original americano How to Study (3 edição) revisto por James Deese e Ellian K. Deis.
Tradução: Professora Maria Celina Deiró Hohn, titular da língua e literatura Inglesa da Faculdade Notre Dame do Rio de Janeiro.
Reviso: José Carlos Almeida da Silva.
O livro tem 155 páginas.
O presente livro é uma trilha a se seguir, objetivando a perfeição do estudo. Denuncia o inatismo, condenando-o e diz que o estudo é adquirido. Apresenta metodicamente meios eficientes para se desenvolver nas Universidades um mundo intelectual personalizado, crítico, coerente e ideal. Assim, seguir os passos da metodologia científica é condensar o intelécto puro, original, não ficando "pedra sobre pedra".
O capítulo primeiro, Um Bom Começo (p 1-13), apresenta a importância da nitidez estudantil ou vocacional ao ingressar no mundo acadêmico. Ver os problemas e dificuldades, as exigências, até mesmo da família e ter jogo de centura para enfrenta-las naturalmente. Usar cuidadosamente o tempo extra curricular aprender o informal ou em outras dimensões como diretório estudantil e outras. Assim, as faces mostradas são fontes jorrantes para a eficiência universitária.
O capítulo segundo, A Arte de Estudar, (p. 14-28), denuncia a falta de motivação e habilidades. Porém mostra os meios para ultrapassar barreiras tais como: organizar horários de estudos, distribuir, rever matéria horário e segui-los religiosamente. Assim, identificados as fraquezas e seguido os caminhos indicados a motivação vem como conseqüência da boa vocação profissional.
O capítulo terceiro, A Experiência da Sala de Aula, (p.29-37), ensina a tirar proveito das aulas expositivas, participativas e independentes. O aluno deve estar de antenas ligadas para anotar idéias principais, resumir, ler em voz alta, reler, refletir, rever, participar questionar, contribuir, planejar e iniciar rabalhos, buscar orientações e fazer relatório final. Assim, todos esses indicativos praticados tornam o aluno organizado, coerente, dinâmico para ensinar e aprender no mundo universitário.
O capítulo quarto, A Arte de Ler, (p. 38-55), deduz algumas deficiências na arte da leitura. Apresenta dicas de melhoramento e aperfeiçoamento. Ler com finalidade, buscar pontos de referencias, idéia principal, priorizar, avaliar, ampliar leitura, ter propósito, exercitar, enriquecer vocabulário usando dicionário. Para isso é necessário rapidez, eficiência, paciência, disponibilidade e dinamismo. Assim, bons hábitos de leituras envolvem o estudante intimamente com a língua, supera limitações e traz verdadeira eficácia intelectual.
O capítulo quinto, Estudando em Livros de Didáticos, (p. 56-71), apresenta a regra SQ3Rde Robinson, que resume em examinar, perguntar, repetir e rever. A viagem pelo caminho SQ3R exige minuciosas dede o prefácio aos resumos de um livro didático, pensar mais além do que se lê, ter um objetivo na mira da pergunta, ler atentamente, buscar detalhes e idéias principais, repetirpara contestar, recordar, e não revisar nas vésperas das provas, mas imediatamente após a leitura. Assim, seguido o caminho SQ3R, o aluno está apto ao que der e vier( leituras, provas, etc.), mais consciente, a cabeça não é uma peneira e passa a entender o mundo de maneira profunda.
O capítulo sexto, Como Fazer Provas, (p. 72-87), esclarece a tentação do milagre e exercita a capacidade intelectual, o que importa é estar com a matéria em dia e fazer revisão. As provas requerem organização, recordação, capacidade, relaxamento e bons hábitos de estudos. Assim o estudante torna-se um ateu ao milagre, supera o nervosismo, compreende do geral ao particular sem viradas de noite.
O capítulo sétimo, Como Redigir seus Trabalhos na Faculdade, (p. 88-110), apresenta meios práticos para redigir com clareza expressar idéias nítidas. Para esse fim o aluno deve seguir rigorosamente suas etapas, escolher assunto, fazer consultas, preparar bibliografia em fichas, fazer o esboço do trabalho, deixar de molho um ou dois dias e retomar a redação final. Assim, o estudante sabendo usar a biblioteca com tudo que ela lhe proporciona e oferece desde o local às fichas e subtítulos, a conduta intelectual e redacional chega a erfeção dentro dos parâmetros exigidos no estudo.

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