09/02/2015

A Diferença entre Administrador, Gestor, Empreendedor e Empresário


Administrador:
Seu objetivo principal ao desenvolver seu trabalho é a eficiência organizacional, Sua grande contribuição é a visão abrangente da organização e a definição de seis funções básicas:
1- Função técnica – que hoje é muita conhecida como área de produção, relaciona-se com aspectos de produção de bens e serviços.
2- Função Comercial – denominada nos dias de hoje função de marketing, relaciona-se com a compra, venda e permuta dos bens produzidos e consumidos pela empresa. Notem que a função de compra está incluída nessa função.
3- Função Financeira – ainda hoje mantendo essa mesma denominação, relaciona-se com a busca e gerenciamento dos recursos financeiros utilizados pela empresa.
4- Função Segurança – que nos dias de hoje está inserida na área de Recursos Humanos, tinha por atividade assegurar os bens das empresas e as pessoas envolvidas com a empresa ( acidente de trabalho).
5- Função Contábil – hoje essa função não constitui propriamente uma área dentro da empresa, mas uma atividade. Como hoje, na época a função também consistia em registrar as contas efetuadas, elaborar balanço e estatísticas.
6- Função administrativa – também hoje constitui uma atividade atribuída a todas as áreas da empresa, tem o caráter de coordenação das demais áreas. Fayol considerava essa atividade de integração da cúpula das demais funções.
Apesar de algumas diferenças de conceitos na visão da empresa como um todo, segundo Fayol, devemos admitir que nos dias de hoje pouca alteração houve nessa concepção. Há autores contemporâneos que ainda exploram essas idéias, ampliando-as com informações do ambiente externo, que na época eram desconhecidas.
A função do administrador é distribuída com outras funções essenciais, proporcionalmente entre a cabeça e os membros do corpo social da empresa. Para o melhor entendimento do que comporia essa função, ela foi dividida no que hoje denominamos processo administrativo e que Fayol definiu como atos administrativos e dividiu-os em cinco: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.
Enfim, a administração é mais Operacional.
Gestor:
O gestor detalha mais o funcionamento das estruturas adotadas e foca organizações que estão envolvidas em mercados que exigem alta velocidade na tomada de decisões e flexibilidade para reorganizar e atender as solicitações tanto internas como externas.
A partir desse ponto passa a discorrer das necessidades que as organizações demandam tais como, diversidade, velocidade de mudança, interdependência entre as unidades funcionais, as conexões de internet e a velocidade do ciclo do produto.
Essas necessidades resultam da evolução do mercado onde aparece também a migração do poder para as mãos do consumidor e a inter-relação com a evolução tecnológica. No caso da tecnologia, o autor mostra que no passado recente vários pontos de contato eram feitos com o cliente, mas de forma independente, utilizando sistemas de informação ou mesmo regras de atendimento sem uma inter-coordenação entre os recursos.
O Gestor mostra os benefícios, como também os custos dos processos laterais, e entre eles está à coordenação remota.
A Gestão é mais intelectual que operacional
Empreendedor:
Não podemos considerar empreendedora apenas aquela pessoa que tem um negócio próprio. Um atleta, um artista, um funcionário dentro da sua área, pode empreender e conseguir realizar mais do que a maioria das pessoas.
Os intrapreneurs (empreendedores internos) fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso da empresa. O custo de se perder talentos empreendedores é maior que o da simples perda de um técnico qualificado ou de um elemento eficaz de uma área administrativa específica.
Uma pesquisa feita pela ONU – Organização das Nações Unidas levantou e agrupou algumas características que fazem a diferença entre uma pessoa empreendedora e uma que não possui este perfil. Com base nestas informações e reunindo técnicas dos melhores programas mundiais neste assunto.
Pesquisas como a da ONU demonstram que as diferenças estão no comportamento, não importando em que área as pessoas estão atuando. O intra-empreendedor já é um realizador, mas algumas falhas comportamentais limitam a capacidade de realização dele. Dentro de um programa de desenvolvimento intra-empreendedor, estas falhas são diagnosticadas e trabalhadas.
O espírito intra-empreendedor não é um atributo ensinável, porém como se trata de comportamento pode ser treinado e aprimorado. Para que o profissional possa desenvolver um espírito empreendedor é necessário que ele tenha aspectos em sua personalidade que sejam compatíveis com esse perfil. A importância dos profissionais empreendedores está no fato de que eles são os verdadeiros agentes de mudança nas empresas. É importante que os colaboradores não vejam a empresa como um “emprego”, mas tenham o perfil de dono de um negócio. A postura de dono de negócio é a chave para o sucesso de nossa empresa. Respeitamos cada colaborador como se fosse dono de seu pequeno negócio, dentro de nosso grande negócio. O Intra-empreendedorismo é fundamental para isto.
Seguem algumas características que diferenciam os funcionários empreendedores:
a) Tem visão sistêmica: não tem olhos apenas para o seu departamento, mas consegue visualizar a companhia como um todo. • Atribui significado pessoal a tudo o que faz: tanto pelo trabalho como pela empresa onde atua. Isso inclui acreditar no negócio e ter a sensação de que a experiência está valendo a pena.
b) Tem capacidade de implementar as idéias: implanta projetos com começo, meio e fim. Não basta ser um poço de idéias, é preciso implementá-las. • É persistente: faz de tudo para que os projetos e negócios dêem certo. Tem capacidade de encontrar saídas para obstáculos que apareçam.
c) É pró-ativo e se antecipa ao futuro: Faz as coisas antes mesmo de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias. Consegue antecipar a necessidade e vai além do pré-estabelecido.
Enfim, o empreendedor têm dons natos, atribuídos ao seu desenvolvimento, encontra-se a verdadeira fórmula do sucesso.
Empresário:
O novo ordenamento jurídico substituiu o sistema previsto pelo Código Comercial de 1850, denominado sistema normativo que objetivava a regulação das atividades privadas organizadas (empresas) de produção e de circulação de bens e serviços destinados ao mercado. Portanto, hoje o Código Civil substitui a noção de “ato de comércio” pela de “empresa” e a de “fundo de comércio” pela de “estabelecimento”. Titulares da empresa podem ser tanto a pessoa física (empresário) como a jurídica (sociedade empresária). Contudo, fica superada a idéia de comerciante e de sociedade civil de fins econômicos.

É todo aquele que faz a abertura de uma empresa e esta possui um CNPJ.

Livro: Madame Bovary(Um Panorama do Papel Feminino na Sociedade)

Madame Bovary conta a história de Emma, uma moça criada no campo mas com sonhos burgueses. Inspirada pelo que lê nos livros, Emma quer uma vida melhor, cheia de mimos e coisas que só os ricos podem comprar. Pensando que poderá alcançar o que tanto quer, Emma casa com Charles Bovary, um médico também do interior. Charles ama Emma apaixonadamente mas por ignorância não dá valor as coisas que a Emma dá, não vê a beleza como Emma vê e é, na visão da própria, extremamente entediante. Tentando suprir essa falta que o sonhode uma vida melhor faz, Emma procura em outros homens o alicerce para os seus desejos. Resumindo: Emma é uma safadénha.

No início do livro, logo depois que Emma casa com Charles, que é quando sabemos da sua urgência pela aventura e pelo que é diferente, requintado e belo, fiquei com pena de Emma. Acho que ela é o reflexo de muitas mulheres, inclusive as modernas, que são presas ou pela família ou pelo marido ou pela sociedade e não podem vivenciar as suas paixões. Acontece que durante a leitura, a medida que Emma se torna mais difícil de ser agradada, apesar das tentativas constantes do marido e dos amantes, Emma se torna chata. Dá vontade de esganar Madame Bovary, aquela safada. E no final do livro, a gente quer é mais que o Senhor Bovary dê uma pé nas nádegas da Madame e mande ela pastar, porque ô criatura difícil de agradar, sô.

Gustave Flaubert escreveu Madame Bovary primorosamente e maravilhosamente bem. Já que o livro tem poucos diálogos, grande parte dos acontecimentos são totalmente narrados mas isso não o torna um livro entediante. Flaubert não abusa das descrições (não é um Eça de Queiroz, thanksgod) e a narrativa flui. Dá para ir imaginando tudinho dentro da cachola. Há livros que tem poucas descrições dos personagens e do cenário, daí fica difícil imaginar como o autor os imaginou quando os escreveu. Com Madame Bovary dá para imaginar cada expressão de Emma,cada atitude de Charles e todo o ambiente onde a história se desenrola. Eu ainda tenho na cabeça como é a casa do casal… :) É muito bom!

Madame Bovary foi escrito em 1857 e foi considerado um escândalo na época. Imaginem! Sem falar no adultério de Emma, um ultraje para a época, o livro critica muito a igreja e a burguesia. Flaubert foi a julgamento diversas vezes pelo romance e em uma de suas defesas, Flaubert declarou “Emma Bovary c’est moi” (eu sou Emma Bovary), falando assim da sua própria indignação com o clero, a sociedade e as coisas mundanas. Apesar das acusações, Flaubert nunca foi preso.
Sinopse - Madame Bovary - Gustave Flaubert
A personalidade literária de Flaubert, dotada de agudo senso crítico que o distanciou do exaltado gosto romântico da época, levou-o a tornar-se um dos maiores prosadores da França no século XIX. O romance "Madame Bovary" é a sua obra-prima. Baseado em fatos da vida real, o livro, que Flaubert levou cinco anos para escrever, causou forte impacto, a ponto de gerar o processo no qual o autor escapou de ser condenado à prisão, graças à habilidade da defesa, que transformou a acusação de imoralidade na proclamação das intenções morais e religiosas do autor. Nem moral, nem imoral, a narrativa é uma devastadora crítica das convenções burguesas do seu tempo.
Personagens do livro Madame Bovary
Emma Bovary - a protagonista. O retrato de uma mulher insatisfeita com a vida provinciana e a falta de paixão, cuja obsessão fantasiosa leva ao absurdo. Incapacidade intelectual e insensibilidade moral caracterizam esta personagem, que tenta escapar à realidade através da leitura de romances de amor.

Charles - O conformismo em forma de gente.

Rodolphe - nobre de caráter.

Leon - A promessa de um futuro de sucesso da pequena burguesia.

Lheureux e Guillaumin - burguesia enriquecida.
Autor  Gustave Flaubert 

Flaubert foi a julgamento diversas vezes pelo romance e em uma de suas defesas, Flaubert declarou “Emma Bovary c’est moi” (eu sou Emma Bovary), falando assim da sua própria indignação com o clero, a sociedade e as coisas mundanas. Apesar das acusações, Flaubert nunca foi preso.

Quem tiver a oportunidade de ter o livro nas mãos, ou quem já tem na estante e nunca leu, eu digo, leiam. Leiam porque vocês vão adorar. Não liguem pra Emma, coitada. Ela é bem doida varrida, louca de pedra mas vale cem por cento da leitura, é claro.
Pretendemos, também, realizar uma análise de obras - com o mesmo tema - contemporâneas à Madame Bovary, juntamente com a opinião de críticos e leitores, tanto da época quanto atuais. Ademais, relacionaremos os posicionamentos das mulheres francesas do século XIX com os das pertencentes à sociedade atual a respeito da obra em questão, o que se daria por meio de um questionário destinado a mulheres de variadas classes sociais sobre o que elas sentem em relação ao papel que elas desempenham atualmente, bem como suas opiniões sobre a vida das mulheres na época.

Fonte:
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary.

Livro:Orgulho e Preconceito da escritora Jane Austen

Uma obra repleta de ironia e critica a sociedade inglesa do século XVIII. 
Aline Luize Dos Anjos 
O romance Orgulho e Preconceito da escritora Jane Austen retrata alguns aspectos da realidade inglesa no século XVIII, período no qual a autora viveu por esse fato a narrativa é tão completa e intensa.
A obra se desenvolve a partir do romance entre Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy. A jovem Elizabeth Bennet (Lizzy) é uma moça muito ativa e vivaz que tem hábitos e maneiras de pensar diferentes dos das moças de sua época. Ela mora com seus pais e com mais quatro irmãs, sendo a mais velha a linda e delicada Jane Bennet, como de costume em sua época as moças e suas famílias se importavam muito com o casamento e principalmente o casamento por interesse, sendo esse o foco principal de toda a trama, Lizzy diferentemente das outras buscava o casamento por amor. 
Infelizmente tive o prazer de ler esta obra só este ano, e fiquei encantada, com a maneira que a escritora buscou, de uma forma simples e algumas vezes cômica retratar alguns costumes e hábitos da sociedade inglesa, relatando o cotidiano, a forma que a mulher era vista naquela sociedade, os preconceitos sociais relacionados a realidade da área rural da Inglaterra.
Enquanto estive lendo com muita emoção principalmente nos momentos em que Elizabeth estava se pronunciando de uma forma irônica, em diálogos com Mr. Darcy, meu coração vibrava por suas palavras, pois ela não deixou de expressar sua opinião e seus sentimentos simplesmente por ter de casar. Como quando, na primeira vez que Darcy faz o pedido a ela, e Lizzy faz a seguinte recusa “... mas nada disso me é possível; nunca desejei sua boa opinião, que, alias o senhor me confere contra sua vontade. Custa-me decepcionar alguém. Não é propositadamente que o faço e só me resta esperar que a decepção não dure muito ...”( pág. 162) 
Um dos momentos que mais me empolguei foi quando Elizabeth foi pedida em casamento por seu primo Mr. Collins (clérigo e primo de Mr. Bennet, que não tem filhos homens, portanto, tem Collins como seu herdeiro) e mesmo sendo um casamento muito favorável, a mesma recusa, alegando saber que não irá conseguir fazê-lo feliz e ela não será feliz, sua mãe Sra. Bennet recorre imediatamente ao pai Sr. Bennet, solicitando que o mesmo obrigue Lizzy a se casar, mais para minha satisfação e euforia, o pai se coloca da seguinte forma em relação ao casamento,
“Oferece – te uma difícil alternativa, Elizabeth. A partir de hoje não passarás de uma estranha aos olhos de um de nós. Se não casares com Mr. Collins, tua mãe nunca mais te quererá ver; e se te casas com ele serei eu que te repudiarei”. (pág. 102)

Esse foi um dos momentos que eu li muitas vezes, pois tanto Elizabeth quando seu pai tinham muitos motivos para aceitarem o pedido de Mr. Collins e colocaram- se contra, visando unicamente à felicidade e as chances de Lizzy encontrar um verdadeiro amor e não simplesmente se casar por conveniência, como era de costume na sociedade. 
Não me surpreendi após ler que Jane Austen foi considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, pois realmente sua obra é fascinante, encantadora e me sinto feliz por ter lido esta obra justamente no ano em que a mesma completa 200 anos desde sua primeira publicação.


AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito. Editora Martin Claret, São Paulo, 2007.

27/01/2015

Organização é diferente de arrumação:


Arrumar é tirar um objeto da frente. É pegar o sapato que está na entrada e jogar dentro do armário, cheio de outros pares bagunçados. Você fecha o armário e o ambiente está arrumado. Arrumar é fácil, mas não resolve o problema.
Organizar é buscar soluções. É ver que, se todo mundo deixa a chave em cima do rack e o porta-chaves fica vazio, talvez seja melhor colocar um cestinho ali para acomodar os chaveiros. Ou então, perceber que se pode fazer muito antes de dormir para ganhar preciosos minutos pela manhã. É planejar com antecedência. Reconhecer o problema e solucioná-lo.
Organizar é que nem fazer dieta: uma reeducação que dura a vida inteira. Senão, com certeza você terá os quilinhos de volta logo logo.
Para organizar agora:
- Veja as pistas oferecidas pela bagunça. Onde as pessoas que moram na sua casa (incluindo você!) costumam acumular montinhos de objetos? Identifique-os, em primeiro lugar. Depois, arrume o que está ali. Em terceiro, encontre uma solução para que ele não volte a se repetir.
- Livre-se do que não precisa. Doe, jogue fora, recicle. O que não pode é ficar com um monte de coisa sem uso em casa. Eu chamo isso de destralhamento. Não dá para organizar tralha – a casa só pode ser organizada se você tiver somente os itens que ama ou tem utilidade.
- Limpe o que sujar. Comece desde já a não acumular coisas sujas, principalmente a louça. Sujou, limpe. Caiu pasta de dente na pia? Melhor limpar na hora que deixar para depois, quando estiver dura e seca, mais difícil de limpar. Tudo é mais fácil de limpar na hora. Cozinha e banheiro são os focos mais frequentes.
- Arrume o que está fora do lugar. Arrumar dá um ar de limpeza imediata, mas não resolve o problema. De qualquer forma, é mais fácil pensar em soluções quando não se tropeça em um sapato a cada dois metros.
- Organize-se aos poucos. Sua casa não ficou bagunçada da noite para o dia nem ficará super organizada nesse mesmo período de tempo. Demora, mas é necessário fazer um pouco todos os dias. O mínimo é melhor do que nada.
ESCRITO POR Thais Godinho

25/01/2015

5 dicas de marketing pessoal para quem é tímido


Para prosperar no empreendedorismo, não basta agir da maneira certa – também é necessário mostrar que você é bom. Mas nem todo mundo é adepto dessa autopromoção. Segundo o empreendedor e escritor Paul Jarvis, no entanto, não há outra alternativa. Sem marketing pessoal, não há como conquistar o sucesso.

De acordo com Jarvis, um empreendedor que não tem facilidade para vender produtos e serviços podem contratar alguém com essa aptidão. Mas na hora de mostrar suas qualidades, não há quem possa fazer isso por você.

Em um artigo publicado no site da revista "Inc.", Jarvis deu dicas para quem é tímido e tem problemas para "se vender". Confira:

1) Use as mídias sociais
Se o empreendedor tem dificuldades para abordar pessoas e puxar um assunto, o uso das mídias sociais é uma boa opção. O usuário que lê as suas respostas no Facebook não vê você gaguejando ou suando frio. Além disso, é mais fácil demonstrar simpatia. Vale ressaltar que nem sempre essa abordagem online é a melhor – há assuntos que devem ser discutidos pessoalmente.

2) Ensaie seu discurso
Qualquer sinal de nervosismo pode ser atenuado se o empreendedor souber do que está falando. Quando você tiver uma reunião importante ou uma apresentação, ensaie o seu discurso. Outro bom exercício é pensar nas perguntas que podem ser feitas e preparar respostas para os questionamentos. Dessa forma, a chance de você ser surpreendido é menor.

3) Não omita a sua timidez
Um empreendedor tímido com um bom marketing pessoal não necessariamente esconde sua introversão. Na verdade, o segredo é mostrar que a timidez não atrapalha, mas não omiti-la totalmente. Pode ser que um investidor ou parceiro comercial valorize essa característica – afinal, pessoas tímidas têm maior capacidade de concentração e não perdem tempo com conversas supérfluas.

4) Conheça seus limites
Alguém tímido nunca mostrará ser a pessoa mais extrovertida do mundo. Por exemplo, Jarvis – que se considera introvertido, mas reconhece ter um bom marketing pessoal – não tem problemas em falar para um número limitado de pessoas. No entanto, quando a audiência é grande demais, o colunista prefere ficar em casa. Pode ser que você consiga falar em público, mas não suporte a ideia de aparecer em um vídeo institucional. Há limites. Conheça os seus.

5) "Recarregue"
Jarvis recomenda que um empreendedor mais calado, mas que faz muito marketing pessoal, é importante reservar um tempo para "recarregar suas baterias de timidez". Para o colunista, quem é introvertido deve ficar sozinho por um tempo, seja lendo, vendo um filme ou caminhando pelo parque. Ele afirma que, após horas de conversa com desconhecidos, o melhor é buscar a reclusão.


Fonte:Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2014/09/5-dicas-de-marketing-pessoal-para-quem-e-timido.html 

24/01/2015

“O desafio de conviver com as diferenças”

Há uma grande dificuldade em se conviver com as diferenças sejam elas raciais, econômicas, culturais, religiosas ou físicas. Dessa forma, dificulta-se também o relacionamento humano, acentuando-se o preconceito, gerando a exclusão. É de extrema importância saber lidar com as diferenças como também é uma necessidade humana aceita-las para uma melhor convivência com o próximo. Dessa forma, espera-se com esse projeto que os educandos reflitam as atitudes que cada um deve ter na construção de um mundo mais justo com mais amor, compreensão e menos violência.
Nenhum ser humano é uma ilha, precisa conviver com o outro. É importante ressaltar que o jovem, nesse momento da vida está formando sua personalidade e mais tarde irá saber conviver e respeitar o próximo.
As diferenças sejam elas étnico racial, sexual, religiosa, intelectual ou física entre as pessoas tornam cada vez mais visível na sociedade, ao mesmo tempo em que fica perceptível a necessidade de uma adequação estrutural e atitudinal, para uma convivência harmoniosa e natural de respeito e cooperação.
Considerando esse cenário, percebe-se que as diversas formas de preconceitos precisam ser combatidas, não sendo, apenas papel daqueles que sofrem discriminações, mas de todos, principalmente da escola, pois saber lidar com as diferenças necessita de aprendizado seja ele na família ou na escola. Nesse aspecto, a escola configura-se como um ambiente privilegiado de convivência, uma vez que ocupa espaço de tempo e lugar na vida social das pessoas desde os anos iniciais de formação do cidadão.
Sabe-se que o desrespeito surge e se manifesta de várias formas e, portanto cabe aos educadores tomarem uma posição consciente, começando por identificar e combater atitudes que comprometam tanto o convívio escolar,quanto na sociedade como um todo. 
Logo, estratégias que fomentem discussões e direcionamentos atitudinais são necessárias, no sentido de universalizar um convívio baseado na equidade de direitos e deveres entre todos e de cada indivíduo. 
Dessa forma, percebe-se a importância de um projeto que marque formalmente uma prática que precisa fazer parte do cotidiano das escolas.
O trabalho do desafio de conviver com as diferenças é assessorar os diferentes espaços onde crianças, jovens e adultos com necessidades especiais e diferenças estão incluídas. Nessa perspectiva, o território de aprendizagem da educação está organizado como uma modalidade que perpassa todos os outros territórios.
O que se pretende é contribuir para acurar o olhar acerca daquilo que é específico da Educação Especial e das diferenças, ao mesmo tempo em que se referenda a importância de assegurar a esses alunos um lugar que lhe é de direito.
As pessoas com necessidades especiais podem ser capazes de aprender, trabalhar e de participar da sociedade. Supõe-se que, as Leis sejam cumpridas e que os direitos a todos possam ser concretizados para que os mesmos exerçam seu papel no convívio social.
Desde a antiguidade e ainda atualmente, observa-se que o homem vem sendo influenciado por meio dos preceitos, dos costumes e da ideologia de sua época. As crenças e os valores de uma sociedade dependem do pensamento predominante no contexto histórico cultural e do modo de vida de cada individuo em seu meio.
Antigamente, as pessoas com necessidades especiais recebiam um tratamento diferenciado em diversos países no mundo, porém em algumas culturas, essas pessoas eram vistas como um ser improdutivo, consideradas incapazes de aprender e trabalhar, entretanto, esses indivíduos não tiveram nenhuma educação, sendo assim, vitimas de preconceitos sem apoio e excluídas do convívio social. Posteriormente foram surgindo outras concepções em relação a essas pessoas, nos dias de hoje, elas se beneficiam de alguns direitos reconhecidos pela sociedade.
Conforme a humanidade vai evoluindo, os desafios vão se tornando cada vez mais difíceis, e como não poderia deixar de ser, essa evolução depende muito do desenvolvimento da educação, portanto estamos em buscar cada vez mais de ferramentas capazes de nos colocar na vanguarda das soluções, é por esse motivo que propomos as mais variadas formas de convivência e respeito às diferenças na relação ensino e aprendizagem visando um bom relacionamento das futuras gerações.

13/01/2015

SÍNDROME DO SAPO



De acordo com o mito se você colocar um sapo numa panela de água fervendo ele pula fora e salva a própria vida. Mas, se você colocar o sapo numa panela de água fria e for esquentando a água aos poucos, ele não percebe a mudança da temperatura e morre cozido. 

Mas porque o sapo não pula quando a água começa a ficar quente?

Será que ele não sente que a água esquentou? 

Vamos tomar a personalidade dele, enquanto água está esquentando, e verificar o que se passa na cabeça do sapo. 

28 Graus - Humm que água gostosa...
32 Graus - É... a água está boazinha...

36 Graus - Esta água está ficando sem graça, será que está esquentando? Bobagem! Por que a água iria esquentar? Deve ser impressão minha.


38 Graus - Estou ficando com calor... Que droga de água! Ela nunca foi quente, por que está esquentando?


39 Graus - Essa água é uma porcaria! Melhor nadar um pouco em círculos até a água esfriar de novo.


40 Graus - Esta água é muito quente , humm que ruim! Vou voltar lá para aquele lado que estava mais fresco ou será que é melhor esperar um pouco? 


42 Graus - Realmente, esta água está péssima, quente de verdade, tenho que falar com o supervisor das águas. Claro, eu podia pular fora, mas onde será que vou cair? Melhor esperar só mais um pouquinho. 


43 Graus - Meu Deus! Será que eu tenho que fazer tudo por aqui? Já reclamei e ninguém toma uma atitude?


44 Graus - Mas este supervisor de águas não faz nada? Será que ninguém nota que a água está super quente? Vou esperar mais um pouco...


45 Graus - Se ninguém fizer nada eu vou fazer um escândalo.... Aiiiii que calor!


46 Graus - Eu devia ter pulado fora quando eu tive oportunidade, agora é tarde. Estou sem forças.


48 Graus - "sapo morto"

A RATOEIRA



O PROBLEMA QUE NÃO LHE DIZ RESPEITO




Um rato, olhando pelo buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:

     
– Tem uma ratoeira na casa, tem uma ratoeira na casa.
     
 
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:

 
– Desculpe-me, senhor Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor,mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
     
 
O rato foi até o porco e disse-lhe:
     
 
– Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira.
     
 
– Desculpe-me senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
     
 
O rato dirigiu-se, então à vaca. Ela disse:
     
 
– O que, senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
     
 
O rato, então, voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
     
 
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher.
     
 
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que, para alimentar alguém como febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
     
 
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
     
 
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro, então, sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
     
 
Por isso, da próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se de que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.


do livro: "As mais belas parábolas de todos os tempos vol. II"
Alexandre Rangel (org.)
Editora Leitura

ASSEMBLEIA NA CARPINTARIA


Contam que na carpintaria houve, certa vez, uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para "acertar as suas diferenças".
O MARTELO exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho: e além do mais, passava todo o tempo "golpeando". O MARTELO aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o PARAFUSO, dizendo que ele "dava muitas voltas" para conseguir algo.
Diante do ataque, o PARAFUSO concordou, mas, por sua vez, pediu a expulsão da LIXA. Dizia que ela "era muito áspera" no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A LIXA acatou, com a condição de que se expulsasse o METRO, que sempre "media os outros, segundo sua medida", como se fosse o único perfeito.
Nesse momento, entrou o CARPINTEIRO! Entrou, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o MARTELO, a LIXA, o METRO e o PARAFUSO. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia reativou a discussão.
Foi então que o SERROTE tomou a palavra e disse:
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com 'nossas qualidades', com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, concentremo-nos em nossos pontos fortes".
A assembleia entendeu que o martelo era FORTE, o parafuso UNIA e DAVA FORÇA, a LIXA era especial para limar e AFINAR ASPEREZAS, e o metro era PRECISO e EXATO. Sentiam alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando busca, com sinceridade, os pontos fortes dos outros, florescem as "melhores conquistas humanas".
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!
Autor Desconhecido

22/11/2014

A CASA E OS TRÊS DONOS


Há alguns anos, ouvi um evangelista contar a seguinte história:


"Certo dia, um motorista levava um passageiro no seu carro. Ao passarem por certo lugar, o passageiro disse ao motorista:
'Vê aquela casa grande lá? Aquela casa é minha!'
No dia seguinte, ele passou pelo mesmo lugar, com outro passageiro, e este lhe disse a mesma coisa.
Outra vez, passando por ali com um outro passageiro, ficou intrigado porque este lhe repetiu as mesmas palavras.

Os três homens tinham razão. O primeiro homem havia construído a ca­sa; o segundo a comprara, e o terceiro a alugara e estava morando nela."


O evangelista, então, aplicou este caso para ilustrar a operação da San­tíssima Trindade: Deus nos fez; Jesus nos comprou e o Espírito Santo habita em nós.


Não é maravilhoso como Deus cuida de nós? Tudo o que Ele requer de nós é o nosso amor e a nossa fidelidade.

LIÇÃO DE VIDA

A filha chegou chateada em casa e contou para a mãe que corria o risco de perder seu cargo para outra pessoa. Por isso, sua empresa tinha feito um desafio. Quem tivesse melhor desempenho ficaria com o cargo.

A mãe, muito sábia, abraçou a filha e disse que contaria uma pequena história para ela. A jovem nada entendeu, e nervosa, disse:
- Estou com um grande problema e a senhora quer me contar uma historinha?

A mãe fez de conta que não ouviu e começou a história:

"Havia três leões numa floresta. Um dia o macaco, representante eleito dos animais, fez uma reunião com toda a bicharada. O assunto era: qual dos três leões seria o Rei da Floresta.

Os três leões, muito amigos, souberam da reunião e concordaram:

- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter três reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido.

De novo, todos os animais se reuniram para tentar resolver o problema. Finalmente chegaram a uma conclusão.

O macaco, então, foi falar com os três leões:

- Bem, senhores leões, encontramos uma solução d

esafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.

Os leões pareciam não entender, mas sabiam que a Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O macaco explicou:

- Decidimos que vocês três deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.

O desafio foi aceito.

Os três leões tentaram, se esforçaram até não se aguentarem ....mas nenhum conseguiu chegar ao topo da montanha.

Todos os animais ficaram preocupados com o que poderia acontecer.

De repente, uma águia muito sábia, a mais velha de todas, disse:

- Eu sei quem deve ser o rei!

Todos os animais se voltaram para a águia, que explicou:

- É simples, os três leões voltaram fracassados e eu escutei o que cada um disse para a montanha. O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu! O segundo leão também disse: - Montanha, você me venceu!

Mas o terceiro leão disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.

A águia, então, concluiu:

- A diferença entre eles é que, o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema: É rei de si mesmo.

LIÇÃO DE VIDA:

Você é maior que todos os seus problemas. Seus problemas já chegaram ao limite máximo. Mas você continua crescendo !!!

História indígena

História indígena
-
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.

Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem. Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.

O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda. Para sua tribo, este é o único modo dele se tornar um homem.

Finalmente...

Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava à noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, "sentado ao nosso lado".

Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Se você gostou desta história, repasse-a.
E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...

MORAL DA HISTÓRIA:

Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.

Salmos 118:8 - "É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar no homem."

"DEUS FAZ QUE O SOLITÁRIO MORE EM FAMÍLIA;" SALMO 68:6

02/11/2014

A LETRA "P"

A língua portuguesa, junto com a francesa, são as ÚNICAS línguas neolatinas na face da Terra que são completas em todos os sentidos... quem fala português ou francês de nascimento, é capaz de fazer proezas como esse texto com a letra "P". Só o português e o francês permitem isso...  a língua inglesa, se comparada com a língua portuguesa, é de uma pobreza de palavras sem limites... portanto, antes de estudar uma outra língua, se aperfeiçoe na sua, combinado?!

A LETRA "P"

Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso:

      
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
 
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

01/11/2014

ENTREVISTA DE EMPREGO:

– Você recebeu alguma bolsa na escola? – o jovem respondeu – Não.
– Foi seu pai que pagou pela sua educação?
– Sim – respondeu ele.
– Onde seu pai trabalha?
– Meu pai faz trabalhos de serralheria.
O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.
– Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
– Nunca. Meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.
O Diretor lhe disse:
– Eu tenho um pedido: ao chegar em casa hoje, lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.
O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!
Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai sentiu-se estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que percebera aquelas mãos enrugadas e com tantas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando a tocou.
Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos que trabalhara todos os dias, por tantos anos, para pagar seus estudos. As cicatrizes nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
– Você pode me dizer o que fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
– Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem sou hoje... Por ajudar meu pai, agora percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.
O diretor disse:
– Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Busco contratar uma pessoa que possa apreciar e ajudar os demais. Uma pessoa que conheça o sofrimento do próximo para fazer a coisa certa e que não coloque o dinheiro como seu único objetivo na vida. Você está contratado!
E você, já lavou as mãos dos seus pais algum dia?
Autor Desconhecido

11/06/2014

Vida eterna(eu acredito).

Um dia, um burro caiu num poço e não podia sair dali. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Chamou então os vizinhos para o ajudar a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro entendeu o que estavam a fazer e chorou desesperadamente.

Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.

A vida vai atirar muita terra para cima de você. Principalmente se já estiver no fundo do poço. Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos buracos mais profundos se não nos dermos por vencidos e usarmos a terra que nos atiram para subirmos na vida.

(AD)

Em 24 horas você entrará no dia mais importante da sua vida: O dia seguinte! Por isso aproveite o hoje, viva, ame sem medidas, apaixone-se por si mesmo, sorria, abrace forte, beije com carinho, diga a todos que você ama o quanto são importantes, dance, cante, viva cada segundo como o último, porque uma hora será mesmo, e quando essa hora chegar, você poderá dizer: Fui feliz e não me arrependo.

25/05/2014

Muita linda

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse
uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Ruim " disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e
levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal
no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o
Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz.
- Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar
onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve
fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo...
Torne-se um lago...

(AD)

23/05/2014

O MONGE E O ESCORPIÃO

JOÃO 3:16
"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
O MONGE E O ESCORPIÃO
Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
- Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
- Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.
É natural uma pessoa ingrata, agir com ingratidão; é natural uma pessoa bondosa, agir com bondade. Todavia, na vida a pessoa ingrata costuma ser mais convicta no que pensa. Não se altere com críticas ou desencorajamentos, seja você mesmo!
O escorpião devolveu o bem pelo mal, não seria capaz de agir de outro modo, porém há outras pessoas que devolvem o bem recebido com a indiferença, se não prejudicam o benfeitor, também não o agradecem. Por outra, se não fazemos o bem sob um pretexto qualquer, não teremos uma conduta diferente destas pessoas.
Nesta vida temos que compreender o nosso limite e os dos outros;
E mesmo quando alguém nos machucam e temos que agir com mais amor...
Ez. 2:6, Jo. 3:16. A nossa rebeldia nos afasta de Deus, mas mesmo sendo rebeldes Deus nos ama e se permitirmos Ele irá nos salvar. Para isso Ele deu a Mão de Seu Filho para morrer por nós.

07/05/2014

PARA REBECA, MINHA FILHA.

CASE COM ALGUÉM QUE...

Case com alguém que adore estar ao seu lado, que sinta prazer em desfrutar dos mínimos detalhes da vida. 
Case com alguém que queira te fazer sorrir, porque te ama pelo que é.
Case com alguém que saiba reconhecer o valor que você tem, a sua lealdade, carinho e dedicação.

Case com alguém que tem orgulho de suas virtudes e que sabe aceitar e compreender que seus defeitos precisam de tempo para serem modificados, até que você supere-os e se torne alguém ainda melhor.

Case com um parceiro que deseja e dedica-se em ser fiel.
Case com alguém que faça teus dias mais felizes.
Alguém que saiba te abraçar e dedicar atenção.

Com alguém que entenda de amor e cooperação, porque casamento é uma unidade e não individualidade, casamos para sermos um e não dois separados.

Case com alguém que entenda suas necessidade e problemas, com alguém que se pudesse te daria um pedaço do céu e que não mede esforços para lhe fazer bem.

Case com alguém que tenha os mesmos objetivos, pois a luz não se une com a escuridão.
Case com alguém que faça a diferença em tua vida e transforme simples momentos em uma ocasião especial.

Case com alguém que te ajude a superar traumas e medos, alguém que saiba te ouvir, alguém que te ajuda a sarar as feridas da alma e com um beijo sincero traz paz e segurança ao teu coração.

Case por amor, não por interesses, pois tudo na vida passa, o dinheiro se desgasta e até mesmo perde o valor, os bens materiais podem ser roubados, rasgados, envelhecidos, mas o amor eterno, verdadeiro e sincero, esse perdura independente do tempo e do desgaste físico ou espiritual que houver.

Escrito por Fernanda Ferraz.

Original de:http://fernandaferrazmeuspassospelocaminho.blogspot.com.br/2014/01/case-com-alguem-que.html

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