07/11/2011

CICLO DE VIDA DO PRODUTO

INTRODUÇÃO
Buscando os meios e opções disponíveis que possam satisfazer ao seu desejo,aos quais podemos chamar de produtos,o homen atribuiu a cada um deles um valor,na razão direta da possibilidade de suprir e atender com maior ou menor satisfação ao seu desejo.

"Um produto é tudo aquilo capaz de satisfazer a um desejo".
Qualquer que seja o planejamento ou a estratégia mercadológica,implica antes estudarmos e conhecermos o produto.
Todas as considerações sobre preços,vias de distribuição,propaganda,etc decorrem do estudo do produto e da identificação e localização daqueles a quem pretendemos vender:o mercado.
O empresário,ao fazer o planejamento do que vai comercializar,levaem consideração aspectos qualitativos,para verificar as características que o consumidor quer no produto,bem como o uso a que este se destina.Deve ainda analisar considerações quantitativas,para saber quantas unidades do produto devem ser produzidas para atender à demanda do mercado.
O consumidor ,ao tomar sua decisão de compra,o faz levando em conta aspectos tangíveis e intangíveis.
Os aspectos tangíveis podem ser o tamanho,a cor,o modelo,o estilo,a embalagem,rotulagem,etc.
Os aspectos intangíveis podem ser a marca,as garantias,a imagem,o status que decorre do seu consumo,os serviços agregados,etc.
O consumidor encontra-se cada vez mais exigente e é necessário todos esses requisitos para atender as suas necessidades. 

CAPÍTULO I – CICLO DE VIDA DO PRODUTO
O estudo e o conhecimento de qualquer produto deve considerar três características básicas:qualidade;apresentação ou embalagem,e marca. 

1.1– A qualidade do produto
É imprescidível estudar,conhecer,para poder divulgar,os pontos qualitativos de cada item de venda dos nossos produtos,objetivando destacá-los positivamente em face a concorrência,muito acirrada hoje em dia em qualquer segmento de mercado.Devemos acrescentar aqui a importância das garantias,que são os meios pelos quais asseguramos ao consumidor proteção contra defeitos de fabricação do produto de funcionamento satisfatório,ou ainda de satisfação geral no uso ou consumo,além dos serviços agregados ao produto,e que vão influenciar na sua boa imagem,favorecendo a sua aceitaçào.Assim sendo,cabe-nos conhecer também os pontos falhos de qualidade e garantias dos produtos concorrentes,para tomar a iniciativa da comparação sempre que necessário.

1.2 – A apresentação do produto
A apresentação de um produto é o conduto diferenciador entre dois ou mais produtos concorrentes.
É fundamental estudar a apresentação dos seus produtos e destacar seus pontos positivos durante a abordagem de vendas dos mesmos.
Note a importância (por exemplo) das cores,que exercem influência na decisão de compra dos produtos ,não só por suas conotações estéticas,mas também devido a fatores emocionais.
Contam ainda o estilo e a moda,que são elementos importantes no estudo de mercado.É necessário observar atentamente as tendências da moda,duração e aceitação de certos estilos para poder bem planejar,desenvolver e comercializar seus produtos.
A embalagem pode ser entendida apenas como algo utilizado para proteger o produto ou diferenciá-lo dos demais.Todavia devemos considerar o seu aspecto funcional,no sentido de adaptá-la ao produto e ás condições de uso.
Precisa ser esteticamente agradável e ter apelo visual.Deve causar impacto,identificando o produto pelo nome e uso.
Contam ainda os seguintes pontos na embalagem:suas características físicas,seu desempenho no uso,sua adequação ás necessidades de armazenagem e transporte e o seu custo,dentre outros.
 
1.3– A marca do produto
Destaque sempre a importância e o peso da marca do seu produto.
É o primeiro e mais importante passo para estabelecer a relação de procura espontânea ,pois uma marca conhecida e bem aceita é uma garantia de influência positiva na tomada de decisão de compra do consumidor.
A marca é o nome,termo,símbolo,grupo de palavras e letras,desenho ou combinação dos elementos citados,usados para identificar bens ou serviços de um vendedor ou de um grupo de vendedores,distinguindo-se dos demais produtos ou serviços concorrentes.
Pode ser uma marca de fabricante(ex.Nestlé);de produto(ex.Coca-Cola);de linha de produto(ex.Mônica);de varejo(ex.Mappin);dentre outras modalidades.

CAPÍTULO II – NESTLÉ E SEUS PRODUTOS
A Nestlé surgiu em 1867,quando Henri Nestlé criou um produto nutritivo para as crianças cujas mães estavam impossibilitadas de amamentar.Para personificar o negócio,ele usou o brasão de sua família ,que tinha a figura de um ninho.Evocação de segurança,maternidade e afeição,natureza e nutrição,da família e da tradição,este símbolo continua sendo o elemento principal da identidade corporativa Nestlé.
Foi nesse período que a Nestlé,empresa de origem Suiça,desembarcou no país as primeiras latas e Farinha Láctea Nestlé e começou a fazer parte da mídia brasileira. Nosso primeiro registro foi um anúncio de Farinha Láctea Nestlé no jornal A Província de São Paulo,em 1876.
A inauguração da primeira fábrica Nestlé no Brasil em Araras (SP) foi em 1921 e com isso o início da fabricação do Leite Condensado Moça.Mais adiante tivemos mais e mais lançamentos tais como:1932-Nescau;1935-Creme de leite Nestlé;1953-Nescafé e assim até os dias de hoje com mais e mais lançamentos.
A Nestlé ampliou sua participação no mercado com a aquisição de novas fábricas e o lançamento de vários produtos.Nesse período,a Nestlé criou o SIC (Serviço de Informação Científica) e a ANPL (Assistência Nestlé aos Produtores de Leite) .
O mercado continuou crescendo para a Nestlé,que investiu em novas fábricas e na sede própria em São Paulo.A Empresa entrou forte nos segmentos de chocolates e biscoitos e iniciou as atividades do FoodServices,voltadas para refeições fora do lar.Sempre atenta às expectativas de seus consumidores,em 1960,numa iniciativa pioneira,a Nestlé inaugurou o Centro Nestlé de Economia Doméstica,atual Nestlé Serviço ao Consumidor. 

CAPÍTULO III – O PRODUTO NESCAU
Nescau começou como uma deliciosa e nutritiva bebida achocolatada preparada a partir do pó de cacau, misturado ao leite. Na década de 60 ganhou uma melhor solubilidade e adição de vitaminas importantes para o seu dia-a-dia. Nos anos 70, recebeu nova formulação e foi relançado como Super Nescau tornando-se, desde então, líder de mercado. Foi nessa época que nasceu o slogan "Energia que dá gosto". O sucesso de Nescau acabou gerando outros produtos, todos com o seu delicioso sabor. Clique sobre as fotos e descubra o que cada um deles tem de especial.
Primeiro produto da linha Nescau, lançado em 1932.
Enriquecido com 7 vitaminasNescau é fonte indispensável de energia para quem quer ultrapassar limites e vencer desafios com força e inteligência.
Cada 100g de NESCAU contém:
Energia
381kcal
Proteínas
5,0g
Gorduras
3,0g
Carboidratos
83,5g
Vitamina A
3300UI
Vitamina D3
440UI
Vitamina B1
1,1mg
Vitamina B2
2,0mg
Vitamina B6
1,5mg
Vitamina C
50,0mg
Vitamina PP
13,0mg

CAPÍTULO IV- GRANDES MARCAS DA NESTLÉ NO BRASIL
  • 1921 Leite Moça e Farinha Láctea
  • 1928 Lactogeno e Leite em Pó Integral Molico
  • 1932 Nescau
  • 1935 Creme de Leite Nestlé
  • 1944 Leite em Pó Integral Ninho
  • 1953 Nescafé
  • 1959 Chocolate ao Leite
  • 1962 Linha Nestlé FoodServices e Linha Maggi
  • 1967 Biscoitos São Luiz
  • 1968 Nestlé Baby
  • 1972 Yopa e Supergelados Nestlé
  • 1973 Refrigerados com marca Chambourcy
  • 1988 Biscoitos Ailiram
  • 1994 Tostines e Kid’s
  • 1995 Refrigerados Nestlé (substitui Chambourcy)
  • 1996 Nestlé Cereais Matinais
  • 1997 Friskies
  • 1998 Supergelados Maggi
  • 1999 Nutrição Clínica e água Nestlé Pure Life
  • 2000 Sorvetes Nestlé (substitui Yopa) 

RESUMO
Acompanhamos aqui procedimentos de como as empresas devem se comportar com relação aos produtos,devendo Ter com eles o maior cuidado em todos os sentidos,tanto com relação à sua aparência como com sua embalagem e outros cuidados.A higiene também é um fator importantíssimo a ser citado.
O importante é que o consumidor encontre nos produtos que procura qualidade,higiene e nos tamanhos e cores que deseja. 

CONCLUSÃO
A Nestlé desde à muito tempo tem se mostrado uma empresa de muita competência e muito preocupada com o consumidor,por isso,melhora e renova cada vez mais a qualidade de seus produtos.
Podemos dizer que a Nestlé é uma das empresas mais consagradas e bem sucedidas do mercado.
Enfatizamos aqui cuidados desde o começo até toques finais dos produtos,cuidados esses que preservam a boa imagem da empresa e fazem com que a mesma cresça cada vez mais.

BIBLIOGRAFIA
  • Ciclo de vida do produto – "www.uol.com.br"
  • Nestlé e seus produtos -"www.nestlé.com.br"

Reengenharia de Acordo com as Normas da ABNT

1. INTRODUÇÃO
Chegou a hora de se aposentarem antigos princípios e de se adotar um novo conjunto.
A alternativa é as empresas fecharem as portas e encerrarem as atividades.
A escolha é assim simples e direta. Os empresários, executivos e gerentes criaram e conduziram empresas que, por mais de cem anos, atenderam a demanda crescente por produtos e serviços do mercado de massa. Os gerentes e as empresas por eles geridas fixaram o padrão de desempenho para o resto do mundo empresarial. Infelizmente, esse não é mais o caso.
Descreveremos então a reengenharia, um modelo empresarial conceitualmente novo e um conjunto de técnicas associadas, que os executivos e gerentes terão de usar para reinventar as suas empresas afim de concorrerem em um novo mundo.

2. CONCEITUAÇÃO
reengenharia, propriamente, é o repensar fundamental e a reestruturação radical dos processos empresariais que visam alcançar drásticas melhorias em indicadores críticos e contemporâneos de desempenho, tais como custo, qualidade, atendimento e velocidade. A reengenharia é uma abordagem tipicamente top down, ou seja processo de cima para baixo, começando do alto, por quem tem poder suficiente para tomar decisões necessárias, pois pode deve descer, do nível da aplicação dos executivos da organização até chegar ao chão da fábrica e aí é hora das pessoas entrarem em ação. Essa definição encerra quatro palavras-chave: Fundamental, radical, drástica e processo.

PALAVRA-CHAVE: FUNDAMENTAL
Ao praticarem a reengenharia, os homens de negócio precisam formular as questões mais básicas a respeito de suas empresas e do seu funcionamento: Por que fazemos o que fazemos? E por que o fazemos dessa forma? Essas perguntas fundamentais forçam as pessoas a examinar as regras e suposições tácitas subjacentes à forma como conduzem suas atividades.

PALAVRA-CHAVE: RADICAL
Significa desconsiderar todas as estruturas e os procedimentos existentes e inventar formas completamente novas de realizar o trabalho.

PALAVRA-CHAVE: DRÁSTICA
reengenharia só deve ser aplicada quando houver a necessidade de destruir o que existe. Melhorias marginais exigem o ajuste fino; melhorias drásticas requerem a destruição do antigo e a sua substituição por algo novo.

PALAVRA-CHAVE: PROCESSO
Ainda que seja a palavra mais importante da definição, também é a que trás mais dificuldades para os gerentes das empresas. Grande parte dos homens de negócio não está "orientada para os processos"; eles estão voltados para as tarefas, serviços, pessoas ou estruturas, mas não para processos.
Define-se um processo empresarial como um conjunto de atividades com uma ou mais espécies de entrada e que cria uma saída de valor para o cliente.

3. HISTÓRIA
As raízes da reengenharia remontam no século XIX quando Taylor, um americano, resolveu contestar tudo o que via a sua volta. Foi ele quem primeiro estudou a eficiência das operações industriais, seu livro mais conhecido "Princípios da Administração Científica" editado pela primeira vez no início do século até hoje é lido mundialmente.
O criativo Taylor que era engenheiro, trabalhava em uma siderúrgica e ao observar o trabalho dos operários percebeu que eles usavam as mesma pás para manusear o minério de ferro e para carregar vagões de carvão. Como o carvão é dez vezes mais leve, a produtividade era baixíssima, Taylor então concebeu um pá dez vezes maior e com isso aumentou drasticamente a produtividade das operações.
O impacto da produtividade que essa história das pás nos provocou a cem anos atrás é semelhante ao que Michael Hammer, um dos criadores da reengenhariaconseguiu na atualidade aplicando o que a análise e lógica ao melhoramento dos processos.
reengenharia proposta por Hammer, em parceria com James Champy, tinha como ponto central o agrupamento de tarefas especializadas em processos, reunindo um conjunto de atividades capaz de criar valor para o cliente.
A utilização de sistemas informatizados permitiu às empresas descentralizarem as decisões, ganhando agilidade nas vendas, flexibilidade no desenvolvimento de novos produtos e menor quantidade de erros na emissão de faturas.

4.
 REENGENHARIA ENQUANTO UMA PROPOSTA DE MUDANÇA RADICAL
A proposta da reengenharia é vista como radical, devido a implantação de um novo sistema abandonando todos os métodos de trabalho já existentes. Essa mudança radical é movida por uma forte necessidade para conseguir a sobrevivência no mercado.
As empresas constataram que melhorias contínuas apenas não eram suficientes para resolver seus problemas e torná-las competitivas. Tornava-se necessária uma mudança radical, drástica e fundamental nos negócios e nos processos. As empresas tiveram que mudar drasticamente seu modo de funcionar e operar e ao mesmo tempo em que voltaram sua atenção para os clientes. Com acompanhamento dessas mudanças, foi visto que a grandeza das transformações organizacionais e comportamentais tornava-se completamente diferente do que tinha sido até então. Tudo foi inovado, reinventado, partindo do zero. O passado foi simplesmente jogado fora.
A mudança provoca a turbulência e a descontinuidade entre o que era e o que vira ser. A concorrência sempre está modificando e recriando as suas estratégias empresariais e inovando produtos e serviços.
A mudança – apesar de existir a muitos anos – nunca foi bem aceita devido as pessoas tentarem manter e conservar suas posições e status que conseguiram conquistar e reagem a qualquer mudança, isso já havia sido constatado por Maquiavel, não existia nada tão duvidoso e tão perigoso como tentar levar adiante uma nova ordem das coisas. Uma das maiores preocupações é com a capacidade das organizações em responder às mudanças ambientais. Chegou-se à conclusão que uma aceleração no ritmo de mudança resultará em maior necessidade de reorganização. Isso normalmente significa um incômodo, uma ameaça nos direitos adquiridos pelas pessoas dentro da empresa.
O mundo mudou e será mais diferente ainda. O aumento exagerado da competição e os clientes cada vez mais exigentes comparando preço, qualidade e valor constituem os três grandes fatores que estão levando as empresas a optarem por esta mudança radical que as levarão rumo ao sucesso ou ao fracasso. As empresas bem sucedidas são aquelas que estão abertas à mudança, são competitivas e voltadas para o cliente. Mudança, concorrência e atenção voltada ao cliente são oportunidades que podem fazer a grande diferença.

CONCLUSÃO
Reengenharia não é uma opção para as organizações, é um imperativo imposto pela nova base tecnológica. Todas as organizações irão passar por esse processo, de uma forma ou de outro, e podemos prever que muitas ficarão pelo caminho, enquanto outras que trabalharem duro para guiarem a si mesmas serão recompensadas num curto espaço de tempo.
Claro que as grandes mudanças que estão ocorrendo em outras variáveis ambientais influenciam as organizações, como a globalização e o acirramento da competição, o amadurecimento do consumidor, a busca de qualidade e etc. Por outro lado, vale a pena perguntar: até que ponto a transição para a nova base tecnológica é responsável ou não por essas mudanças? Feito isso, é possível ver onde a tecnologia da informação pode ajudar a organização a lidar com essas variáveis ambientais.
O mais importante, porém, é a necessidade de uma nova forma de relacionamento com os empregados e com todos os grupos ligados à organização. São esses grupos que levarão a cabo qualquer projeto de reengenharia (principalmente os empregados) e que devem ser a força criativa que determinará o futuro da organização.
Reengenharia é algo novo da teoria organizacional mas, diferentemente de outras proposições que apareceram, tem por trás de si um conceito sólido que a justifica. Independentemente do nome dado, a Reengenharia requer uma teoria séria que a valorize.

6. ESQUEMA
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA REENGENHARIA
Infra-estrutura
  • Normalmente requer um novo design.
  • Vai contra alguns símbolos e valores da cultura existente.
  • Implica criar um comprometimento com a mudança, porém as possibilidades para uma nova cultura deve ser mantidas abertas.
Difusão/Orientação
  • Top-down
Forma de Melhoramento
  • Horizontal (processo) elimina as fronteiras entre funções e entre a empresa e os clientes e fornecedores.
Compromisso e Determinação dos Executivos
Senhores
  • Total e efetiva (pelo menos 50% do tempo).
Impacto Organizacional
  • Muito alto.
Tecnologia
  • Normalmente requer novas tecnologias (principalmente TI – Tecnologia de Informação)
Necessidade de Recursos
  • Elevada, tanto em capital (tecnologia), como em treinamento.
Coordenação
  • Muito alta.
  • Totalmente integrada.
Implementação
  • Elevada dificuldade, requer ações intensa e abrangentes.
  • Coordenação estratégica é crítica.
Resultados
  • Produz resultados radicais, pode levar ao surgimento de novos negócios.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HAMMER, Michael; CHAMPY, James. Reengenharia: Revolucionando a Empresa. 22. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. p.22-24.
CHIAVENATO, Idalberto. Manual de Reengenharia. São Paulo: Makron Books,1995. p.14-17.
ABREU, Fábio de Souza. Reengenharia: Em busca de uma teoria. RAE: Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 34, n. 5, p. 56 e 61, set/out. 1994.

Downsizing

Downsizing é um processo que visa enxugar o quadro de funcionários, tornando o trabalho eficaz e aproveitando ao máximo a ociosidadade dos funcionários, não deixando com que ocorram acúmulos de trabalho. O downsizing procura eliminar cargos da alta administração, transferindo a responsabilidade e autoridade aos cargos de níveis mais baixos e que possuam a mesma capacidade administrativa a menores custos. O downsizing busca além de custos, reduzir a burocracia para tomada de decisões, que decorre em uma comunicação mais coerente e acaba por aumentar a qualidade e o desempenho apresentando vantagens tanto para o cliente (que recebe maior atenção) quanto para a empresa.
Para saber se sua empresa precisa de downsizing basta analisar constantemente a situação financeira e observar seus funcionários (tanto o trabalho desempenhado por eles como a relação estabelecida com os colegas de trabalho e principalmente com a supervisão). O Know How é uma característica que poderá obrigá-lo a enxugar o quadro de funcionários, pois com o aumento de tecnologia a tendência é que a mão de obra operacional torne-se supérflua.


DOWNSIZING
Reformulando e Redimensionando Sua Empresa Para o Futuro
O que é o Downsizing?
É o enxugamento de pessoal, delegando maior responsabilidade a gerentes e funcionários de níveis mais baixos.
Objetivos:
Diminuir a burocracia utilizando a racionalização e a reestruturação que proporciona aumento do valor da gerência e ao mesmo tempo diminui os custos dela, alcançando maior produtividade.
O Inchaço na Pirâmide Empresarial
O Inchaço burocrático é mais comum nas empresas do que parece. A causa mais persistente para a existência dos níveis em excesso de pessoal está na política de recursos humanos empregada por muitas empresas.
As conseqüências igualmente destrutivas dos cortes gerais e profundos, acontecem também; entre essas podemos citar um menor comprometimento com as empresas; o desgosto do trauma pessoal imposto quando as reduções foram implementadas com preocupações apenas no impacto econômico, ignorando o aspecto psicológico; a criação de ambientes corporativos que são adversos aos riscos e que têm medo das inovações. Esses problemas que não são quantificáveis, podem fazer com que muitas empresas retornem ao marco zero.
Como permanecer racionalizada?
O processo de enxugamento para racionalizar a empresa pode produzir reduções de custos significativos a curto prazo, mas um Downsizing sustentado na maioria da casas requer uma reconsideração completa da lógica que está por trás da organização de uma corporação. Requer também redes de computadores e sistemas práticos, à medida que são desenvolvidos. Mais importante porém, são as mudanças necessárias na administração dos recursos humanos. Vencer as barreiras existentes entre linha e administração, entre as várias divisões operacionais e entre a empresa e o mundo externo são fundamentais para manter a empresa racionalizada por um longo tempo.
Renunciar a uma completa auto-suficiência pode ser difícil para algumas empresas, mas será a única maneira de permanecerem reduzidas.
As empresas estão começando a podar suas estruturas demasiadamente crescidas. As táticas adotadas são: estratégia de aposentadoria antecipada e de transferência de pessoal para eliminar níveis administrativos. Contudo, sem uma função de fiscalização eficiente, as empresas enxutas serão apenas um fenômeno transitório.
Aquelas empresas que enxugam com planejamento, ao mesmo tempo que reagem as pressões imediatas, estão se preparando para os desafios futuros, não esquecendo os empregados com os quais poderão contar para vencer esses desafios.
Achatando a Pirâmide
Vamos voltar à época em que os memorandos precisavam ser assinados por dez níveis hierárquicos, fazendo do empreendimento uma brincadeira. O alarme para o fato de que o número de gerentes de nível médio em muitas empresas estava crescendo três a quatro vezes mais rápido do que as vendas de suas empresas. A preocupação era bem fundamentada.
Ao contrário, a atenção está sendo voltada para a minimização da estrutura gerencial entre o presidente da empresa e o cliente. Os objetivos almejados são semelhantes em todas as empresas: tomadas de decisões mais rápidas, conscientização mais rápida das necessidades do mercado e das manobras do concorrente, e menores custos. Alguns sentem-se aptos, pela primeira vez, a fazer realmente o seu trabalho, pois, finalmente, estão no controle de suas próprias operações.
As empresas parecem ter dificuldades crônicas para gerenciar os departamentos, não conseguindo manter a confusão burocrática fora de suas estruturas administrativas e fazer com que os arranjos em matriz funcionem.
Mas como muitos subordinados sabem, um chefe não precisa usar todo o seu tempo gerenciando. Uma análise feita quantifica o tempo gasto administrando os subordinados diretos e as pessoas que se reportam a eles, bem como o tempo gasto nas tarefas de contribuições individuais.
Esta última situação põe em dúvida a capacidade dos subordinados e do próprio gerente de determinar qual é realmente sua tarefa. A identificação de oportunidades para reduzir o número de postos de gerência é o objetivo principal dessas análises.
Independente da causa, estes cargos quase sempre significam que as empresas estão pagando salários de gerente para trabalho que não é gerencial.
Às vezes, isso é resultado de um enxugamento anterior, que eliminou vários cargos sem levar em consideração o impacto em relação aos chefes.
A redução do número de pessoas sem modificar a estrutura organizacional pode economizar dinheiro a curto prazo, mas não necessariamente melhorará a eficiência de uma empresa. Essa é uma lição que muitas empresas já aprenderam.
Tendo em vista o grande interesse que muitas empresas têm em operar com uma administração enxuta, é importante demonstrar a possibilidade de poucos níveis organizacionais. Uma estrutura organizacional demasiadamente magra é um problema que tem importunado também várias empresas, incluindo algumas das mais admiradas por sua inovação administrativa.
Achatar a pirâmide significa reduzir o número total de gerentes e ampliar o controle dos restantes, com isto, cada um dos gerentes restantes deve supervisionar mais pessoas do que antes.
Parece razoável também que, quanto maior o tempo em que o gerente permanecer no cargo, mais possibilidade ele tem de desenvolver métodos para lidar com o alcance do controle.
Quanto maior a freqüência com que se trocam os subordinados diretos, mais tempo será necessário para orientar e treinar o novo pessoal, e menos tempo estará disponível para o gerente adquirir um âmbito de controle mais amplo. As mudanças não podem ser feitas com muita freqüência e o sucesso geralmente depende do investimento feito no treinamento cruzado e no plano de carreira.
Em geral, a melhor maneira de liberar os gerentes para que possam controlar mais pessoas é eximi-los do papel de pregoeiros públicos. Além de facilitar a troca de informações entre subordinados, em vez de apenas aprofundar o nível de detalhes aos quais o gerente está exposto, eles podem abrir possibilidades para alcances mais amplos.
A cultura de uma corporação é um mecanismo de controle como qualquer outro. A formação desta cultura requer uma abordagem bem pensada do recrutamento e da seleção, investimento no treinamento periódicos dos funcionários e na reciclagem desse treinamento, gerentes consistentes e reforçados através de recompensas e punições.
Qualquer esforço em nível de empresa para ampliar os alcances de controle deve eventualmente considerar a situação individual de cada gerente. Isso envolve mais do que redesenhar rapidamente o organograma da organização. Muitos fatores são específicos de pessoa, ou se relacionam com a missão e natureza do trabalho de um departamento num tempo específico. Para um gerente, cinco subordinados diretos pode ser muito; para outro, doze pode ser pouco.
O ponto mais importante é avaliar cada situação chefe/subordinado. As avaliações primeiramente ajudarão a confirmar a adequação do alcance de controle atual de um gerente. Organizar com eficiência um equipe de alta gerência é mais uma arte do que uma ciência. As tarefas são determinadas mais em função da capacidade dos indivíduos e das necessidades do momento do que das especificações escritas para o cargo. Num contexto onde se espera que aqueles que ficam terão mais serviço para fazer. Mas o trabalho administrativo tende a necessitar de especialistas. Espera-se dos gerentes administrativos que executem o trabalho, além de supervisioná-lo.
Controlar a inovação é uma tarefa que apresenta desafios especiais para quem está promovendo o enxugamento. Para o inovador, é importante pensar no potencial de contratempos causados pelo enxugamento.
Embora eliminar o excesso não tornará a empresa mais hospitaleira à inovações, somente mudando a estrutura da mesma.
O Downsizing Planejado: Uma Alternativa Sustentável
A preocupação com as conseqüências involuntárias do enxugamento de pessoal tem deixado muitos executivos num dilema. Eles relutam em fazer grandes cortes no tamanho de suas organizações devido à ruptura, aos custos humanos, aos danos à sua capacidade inovadora e à perda da lealdade que podem vir o seu problema de maior prioridade. Mas eles também se preocupam, seriamente na maneira como tem crescido o número de níveis gerenciais e como tem proliferado o seu pessoal especializado.
Poucas empresas são boas em todos os aspectos capazes de controlar seu próprio tamanho, mas é possível que, identificando as práticas que funcionam para algumas, se descubram princípios mais gerais que sirvam para todas. Aqui estão cinco desses princípios:
  • Comece a fazer, antes que seja obrigado a fazê-lo;
  • Prepare-se para o lado desagradável;
  • Use um rifle, e não uma espingarda;
  • Controle continuamente o tamanho e a forma do processo;
  • Vá além da redução dos custos e cargos.
Muitas empresas chegaram à conclusão de que não tinham outra escolha a não ser o enxugamento de pessoal, pois haviam esperado até serem forçadas a podar suas organizações, que cresceram demais. Para empresas que enfrentam a ameaça de falência iminente, o enxugamento de pessoal pode ser a única alternativa, mas a mudança de rico para pobre da noite para o dia acontece com aqueles que não cuidam bem de seus negócios.
O fato de ser forçado a fazer cortes de pessoal em grande escala deixa as empresas abertas a todas as conseqüências negativas do enxugamento. É possível recuperar-se de algumas dessas conseqüências, mas outras terão efeitos persistentes que poderão neutralizar muitas das economias feitas na folha de pagamento. Cortes violentos limitam drasticamente as opções de um executivo para lidar com o inchaço administrativo e de pessoal. Por outro lado, a viabilização de uma empresa por um longo período de tempo abre muitas possibilidades de reduzir o quadro de pessoal sem " queimar " as pessoas.
Reduzir o número de gerentes mantendo o mesmo grau de eficiência não é impossível, mas isso requer uma boa dose de planejamento.
Para evitar algumas das armadilhas do enxugamento de pessoal é necessário identificar o excesso de pessoal e o excesso de níveis administrativos, em vez de colocar todas as unidades no mesmo alvo de redução geral.
Para a empresa se manter viável, é necessário fazer mudanças na estrutura organizacional, nos sistemas de remuneração, nos planos de carreira, nas práticas de contratação e treinamento e, às vezes, na estratégia global da empresa.
Amplitude dos Objetivos
As empresas têm uma série de objetivos definidos para o downsizing, mas aquele ao qual elas dedicam mais atenção é a redução do quadro de pessoal. Outros objetivos, como a maior rapidez nas decisões e a melhora na moral da linha gerencial, são freqüentemente levantados como justificativas para os cortes e, em seguida, esquecidos. Empresas hábeis em tirar as melhores vantagens das suas reduções de gerentes e de pessoal são aquelas que fazem o downsizing planejado - têm objetivos mais amplos do que a eliminação de empregos. Para elas, a meta global é construir uma organização o mais eficiente e eficaz possível, e então instituir práticas que mantenham esse tipo de organização. Estas empresas, quando planejam o downsizing, fazem uma seleção entre uma vasta gama de objetivos e táticas. Esses objetivos são:
  • Reduzir custos;
  • Tomada de decisões mais rápidas;
  • Rápidas respostas às ações do concorrente;
  • Comunicações menos distorcidas;
  • Manter orientação para a ação, menos análises e paralisia;
  • Difusão mais rápida de novas idéias;
  • Facilitar as sinergias dentro da empresa;
  • Elevação da moral na gerência geral;
  • Atenção nas necessidades do cliente, não nos procedimentos internos;
  • Dar autoridade aos gerentes com mais contato com os clientes;
  • Maneiras mais fáceis de apontar as responsabilidades individuais;
  • Aumento na produtividade dos gerentes;
Casando a Organização com a Estratégia
O melhor ponto de referência para saber qual será o resultado do downsizing é o plano estratégico da empresa. Tipicamente, este plano focaliza-se num período extenso e é orientado no sentido de investir recursos em áreas da empresa que tragam vantagens sobre os concorrentes.
Operando após o Downsizing
Pode ser necessário um período de transição maior do que o esperado para que as operações atinjam novamente o pico de eficiência. Operar enxuto, com sucesso e com segurança significa fazer certas barganhas. Por exemplo, mesmo quando reduz a administração, uma empresa precisa dar certa atenção administrativa aos problemas que surgem por se transformar de inchada em enxuta.
Para empreender uma mudança organizacional bem sucedida, o executivo tem que agir antecipadamente e proporcionar os meios de controlar as perdas.
Uma maneira de fazer isso é estabelecer uma série de forças-tarefas, cada uma delas lidando com um diferente aspecto das mudanças organizacionais e de sistema, para que o enxugamento seja possível. Essas equipes de gerentes e profissionais administrativos podem dirigir sua atenção para aspectos como o desenvolvimento de novos procedimentos de relatórios, adaptando sistemas de informações administrativas à nova estrutura e procurando maneiras de agilizar o desenvolvimento de produto através de uma estrutura racionalizada. Enquanto eles discutem estes aspectos concretos da questão, podem aparecer oportunidades de se considerar também outros aspectos menos tangíveis das reduções.
Tendo passado por esse período difícil, a empresa estará apta a enfrentar questões com impacto a Longo Prazo em sua habilidade de prosperar com uma estrutura magra e um grupo reduzido de assistentes.
A reestruturação está transformando a carteira de valores das empresas administradas por generalistas em negócios ágeis e independentes, operados por gerentes sempre prontos a "arregaçar as mangas " e acrescentar rapidamente seus valores.
Os Escritórios Centrais Reduzidos
Enquanto uma cultura comum e valores compartilhados ajudam a manter uma organização dentro de seu curso, e os bem desenvolvidos, canais de comunicações e coordenação lateral, aliviam parte da pressão ascendente das decisões, as empresas enxugadas ainda requerem uma certa direção central. Embora a racionalização não elimine a necessidade de uma administração central, ela pode ter um impacto considerado sobre o que ela faz e como o faz.
A resposta usual dos escritórios centrais quando são óbvios os desvios da política da empresa é um esforço redobrado para controlar as unidades locais. Geralmente esses esforços dominam as comunicações entre escritório e gerentes de campo. Sobra pouco espaço para considerações de necessidades dos clientes ou atividades dos concorrentes. A maneira de sair desse "brejo" é delegar responsabilidade pelo desempenho operacional aos executivos locais e restringir a dimensão do escritório central.
Esses executivos freqüentemente formam equipes que somam talentos para resolver assuntos que ultrapassam suas especialidades.

A Criatividade na Era do Downsizing
Para as empresas, a criatividade nunca foi tão importante como agora. Seja para gerar alternativas de negócios, redesenhar processos ou reduzir custos, a inovação tornou-se fundamental.
Entretanto, várias organizações percebem que seus funcionários estão deixando de dar sugestões, administrar bem as mudanças ou perceber oportunidades. É como se, na iminência de se tornarem náufragos, todos corressem para a canoa furada do continuísmo, correndo assim o risco de abandonar navios que facilmente poderiam ser salvos. Porque isto está acontecendo? E porque em algumas empresas mais do que em outras?
A meu ver, a explicação não é difícil comecemos com os estudos da pesquisadora americana Tereza Amabile: segundo esta especialista, o funcionário que mais contribui com sua criatividade é o que possui o know-how específico de sua área, sabe gerar, avaliar e vender suas idéias e está altamente motivado.
Know-how específico e know-how para criar podem ser observados ou adquiridos facilmente. Mas como fica a motivação numa era em que o fantasma do desemprego paira sobre quase todos os ambientes? É fácil mudar sob a ameaça de "mudar ou perder o emprego?"
Em muitos casos, esta ameaça é a mais pura realidade. Mas sem direcionamento, instrumentos e suporte psicológico ela se transforma em pânico: um indivíduo, quando atemorizado, tende a se inibir e portanto não experimentar o novo.
A mesma Tereza Amabile nos mostra, em estudos realizados em empresas americanas, que a perda da criatividade foi um dos maiores prejuízos que o downsizing gerou.
O que fazer então? Se o downsizing acontece, aconteceu ou pode vir a acontecer em qualquer organização, como ter funcionários criativos apesar dele?
Não recomendo discursos delirantes, do tipo "tudo vai dar certo" pois estes geram perda da credibilidade e/ou depressão a partir do primeiro contratempo.
Acredito na construção da auto-confiança - alicerce da empregabilidade.
Adquirida passo a passo, a auto-confiança cresce cada vez que uma pessoa realiza um novo desafio e portanto se percebe mais capaz. A realidade não é negada nem exacerbada. A empresa através de seus líderes e das estratégias de RH dá instrumentos para o desenvolvimento de seus colaboradores através de desafios e suporte à sua realização.
Ela provê também formas de se administrar o risco - seja através de simulações, que serviriam de ensaio, projetos piloto ou grupos de validação de idéias.
Há um espaço seguro para o erro, para testar idéias ou novos comportamentos.
Afinal, se até os melhores atletas treinam e os maiores atores ensaiam, porque não dar este espaço para os executivos, e, melhor ainda, para profissionais em todos os níveis?
Desafios às empresas não faltam. Que tal aproveitá-los para gerar aprendizado e auto-confiança?
Acima de tudo, o risco bem administrado garante o que as empresas mais querem: inovação com bons resultados.
Reengenharia
A reengenharia é dada como saída para consertar grandes problemas existentes na estrutura atual dentro da empresa, mas mudar radicalmente, sem a análise de reengenharia, eqüivale a mudar apenas por mudar e não avançar, ou seja, tem pouca chance de sucesso de implementação do downsizing em sistemas de informações sem que haja legítimas justificativas.
Quando aparecer alguns sinais indicativos na sua empresa é hora de se fazer reengenharia. Alguns sinais são apresentados como:
  • Ampla insatisfação com os sistemas de informação;
  • Redução em posição competitiva;
  • Comunicações deficientes entre divisões ou departamentos;
  • Procedimentos que se tornaram insuficientes;
  • Concorrência;
  • Surgimento de esforços de reengenharia em departamentos;
  • Programas intensivos dirigidos para a qualidade e que não tenham conexão com a tecnologia de informação e a incapacidade de aproveitar oportunidades surgidas.
Diferença entre Reengenharia e Downsizing
Reengenharia é a transformação da empresa através do reexame da maneira de se trabalhar, da qualidade dos produtos e serviços. Reestruturação das burocracias organizacionais tornando-a flexível e inovadora.
A reengenharia geralmente sucede o downsizing. A empresa que fez downsizing terá mais possibilidades de se adaptar a reengenharia pois com o quadro de funcionários enxuto seria mais fácil identificar a forma de trabalho da organização.
Aprenda a confiar
Reportagem da Management Review
  • Além do downsizing, um grande fator de insegurança no trabalho é o "value gap", o abismo crescente entre os valores que a organização diz adotar e o que realmente pratica;
  • Para quase dois terços dos gerentes de recursos humanos norte-americanos, a desconfiança é o maior obstáculo nas relações entre empregadores e funcionários;
  • O empregador pode criar um ambiente favorável para a confiança a partir dos comportamentos valorizados pelos funcionários;
  • As organizações precisam dar importância à comunicação e ter prática coerente com o discurso;
  • Os executivos podem até querer a opinião sincera dos funcionários, mas tendem a não aceitá-la quando o feedback é negativo, o que é uma falha o maior erro que as organizações cometem quando tentam recuperar a confiança perdida é colocar um curativo na ferida;
  • Uma empresa deve trabalhar para manter a confiança e avaliar os resultados desse trabalho do mesmo modo como faz com qualquer outra meta gerencial;
Estes são os sinais de que a confiança deixou de existir:
  • aumento de rotatividade que não pode ser atribuído a ofertas de salários mais elevados pela concorrência;
  • surgimento de mais reclamações e/ou ressentimentos;
  • o fato de as pessoas se tornarem mais cautelosas com o que dizem.
Conclusão
O downsizing é um processo muito útil para empresa, pois através dele podem ser utilizados procedimentos que tragam melhorias para a empresa.
O downsizing apesar de ser um procedimento realizado para enxugamento do quadro de funcionários abrange a organização toda, pois os funcionários passam a se adaptar a uma nova forma de trabalho eliminando a ociosidade e progredindo nas tarefas.
O trabalho após o downsizing é mais progressivo e mais especializado, pois os funcionários acabam se especializando em suas tarefas.


Bibliografia
FERREIRA, Ademir Antonio; PEREIRA, Maria Isabel; REIS, Ana Carla Fonseca (1998). Gestão Empresarial de Taylor aos nossos dias. São Paulo, Editora Pioneira.
Outras Fontes
GEOCITES
Revista Management Review

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